
A ilutração acima representa o juiz e as partes na peça A farsa do advogado Pathelin, texto anônimo do século XVI que critica a burguesia ascendente e a justiça.
Séculos depois, não deixa de puxar uma reflexão sobre o judiciário atual.
A farsa, em tradução de Luiz Hasselmann, pode ser lida no site Arcádia:
É SÓ CLICAR AQUI
Eu montei com alunos do curso de Letras do CESV em 2006, numa breve e mal-digerida experiência como ator e diretor. Mas o texto vale a pena.
Hoje, pensando na peça e assistindo ao que está acontecendo no Espírito Santo, só tenho a desejar superação e dias melhores, bem como uma reflexão: O judiciário capixaba, mais do que cego, tem sido autista.
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3 comentários:
Saulo, camarada, como vai? Indo, imagino!
Trabalho legal de divulgar, comentar e etc. o Teatro a terrinha véi. Curti!
Eu tô no Rio, me aventurando! Quando vier pra cá nao deixa de avisar, hein?
Abraços!
Fiquei curiosa com a presença do seu comentário em um texto meu.
hummm
Quero trocar sempre.
Podemos começar, então.
abraços!
Pena que o texto não abriu aqui, depois tentarei de novo!
Dias melhores.. Afinal tetaro é isso mesmo né? Superação! Sempre!
Além de cego e autista está paraplégico também!
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